quarta-feira, 3 de julho de 2013

Pagamos impostos no Brasil, temos elevados custos com remédios, cuidados com idosos e não podemos deduzir no Imposto de Renda Retido na Fonte.

É preciso ficar doente ou ter um parente idoso em casa sob nossos cuidados para verificar o drama familiar e os custos elevados com remédios e tais custos no final de cada ano e na declaração anual para Receita Federal do Imposto de Renda Retido na Fonte, não obter deduções.
Manter um idoso em casa é muito oneroso financeiramente, além da preocupação dos cuidados que precisa ter infelizmente a nossa sociedade e a medicina vem contribuindo para que a idade desses idosos seja mais elevada e faltam casas de repousos subsidiadas pelo poder público, pois contratar um Cuidador de Idoso, também vai aquém da possibilidade financeira de muitas famílias além dos custos com remédios, médicos, terapias entre outros.
A aposentadoria não é reajustada como os daqueles que estão na ativa e as famílias ficam a mercê da falta de assistencialismo devido e necessário que o idoso necessita perante muitas vezes de sua incapacidade de viverem sob as suas próprias custas, além do risco de ficarem isolados e abandonados pelos próprios familiares, levando-os ao profundo ambiente desolador promissor para uma depressão até chegando ao de risco suicídio, pois se sentem rejeitados.
O idoso não pode ser tratado como um estorvo no meio social, pois eles foram ao passado pessoas que lutaram e trabalharam muito para que a nossa sociedade progredisse e por isso devem ter o zelo e respeito dos mais jovens e de nossos governantes e suas famílias devem ter orientações adequadas e apoio na condução dos cuidados e benefícios nos custos com seus idosos.
A população idosa no Brasil está crescendo vertiginosamente e precisa de uma política pública voltada para essa faixa de idade, com atenção mais direta e atendimento e benefícios, desde a qualidade de mobilidade, convívio social e assistencialismo médico hospitalar e terapêutico, psicológico e recreativo.
EM TEMPO:

As Prefeituras Municipais devem assegurar e dar assistência aos idosos de suas cidades, assegurando-lhes casa de recolhimento e atendimento aos idosos, proporcionando-lhes uma vida digna com cuidados médicos, psicológicos, enfermagens e fisioterapeutas, com atividades sociais e recreativas, pois muitos familiares não possuem condições financeiras para arcar com os custos com seus idosos e esses correm risco de ficarem e quando ficam sozinhos dentro de suas casas.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Faltam efetivas políticas públicas de acolhimento aos idosos no Brasil.

O cidadão brasileiro trabalha e aposenta-se e quando está idoso começa a peregrinação da humilhação e desrespeito, a começar com a diminuição dos seus rendimentos corregidos abaixo da inflação, aumentos periódicos dos remédios, péssima assistência médico-hospitalar, bem como o de acolhimento, cobrança de tributos da receita federal nos seus vencimentos, e não existem creches ou casa de repousos para aqueles que necessitam e suas famílias não podem arcar com tais custos.
Quando mais a idade avança, as dificuldades aos idosos também aumentam e seus benefícios de plano de saúde tornam-se mais caros e a assistência do governo no setor da saúde é deficitária e dificulta a demanda ultimamente crescente de brasileiros chegando à idade senil, muitos vivendo em isolamento dentro de casa e sem recursos, a política pública de assistencialismo para esta faixa etária nos municípios são ineficazes e deixam a desejar e poucos possuem a sorte de encontrar uma casa de repouso que tenha assistência de médica, de enfermagem, fisioterapeutas e cuidadores.
Quando os idosos ainda possuem condições de mobilidade e discernimento, tendo uma saúde controlada e saudável, tais necessidades não são percebíveis, entretanto uma faixa considerável deles não possuem tais condições e ficam a mercê de pessoas não qualificadas ou em permanente constrangimento de abandono físico e emocional, cuja depressão é comum aparecer, muitos deles provocando até suicídio.
O idoso precisa interagir-se com outros das suas faixas de idade e renovar novas amizades, pois a partir de uma determinada época, eles percebem que os amigos de outrora de sua infância, juventude e mocidade, já não mais estão vivos eles passam a perceber que sua hora estar por vir e ficam deprimidos, por isso entreter e proporcionar atividades diárias aos idosos é uma maneira de elevar as suas autoestimas e bom humor.
Quando o quadro degenerativo da saúde aparece, a situação dos idosos já é mais desesperadora para eles e para os seus familiares, cuja intolerância com os mais velhos já começam aparecer, como temos visto, parte para agressões físicas, emocionais e subtrair seus vencimentos para satisfazes os gastos da família, renegando-lhes até o direito de serem assistidos com remédios entre outras barbáries.
Os custos de remédios de uso permanente, muito deles não se encontra disponível nas farmácias populares em preços acessíveis, muito menos nos postos de distribuição de medicamentos dos governos municipais, estaduais e federal, o que leva a consumir consideravelmente os vencimentos dos idosos, a tributação dos remédios aos idosos é uma forma desumana e deveriam ser subsidiados todos pelo governo.
EM TEMPO:
Não basta termos a lei do Estatuto dos Idosos somente no papel, evidenciá-la na sua prática diante de uma efetiva e eficaz política pública de assistência médica e psicológica, cuidado e acolhimento em lugares adequados dos nossos idosos é uma obrigação e dever, além das suas famílias, bem como, quando estas não possuem condições dos municípios, estados e do governo federal.


domingo, 23 de junho de 2013

O Brasil do futuro chegou, gerou a esperança no grito do basta nas ruas e calou os governantes, provedores da ditadura da corrupção.

Juventude pensante sentiu a necessidade de ir para as ruas e agir com civismo e patriotismo por um amor ao seu País, chega de corrupção, chega de mentiras e ilusões, fez da sua caminhada o registro da indignação e protesto por melhorias sociais, mais hospitais e investimentos na saúde, menos estádios de futebol, mais escolas e professores valorizados por uma educação de qualidade, fez do hino nacional sua canção de liberdade e o compromisso do pensamento positivista de nossa bandeira, “Ordem e Progresso”, acrescentando no pulsar dos seus corações, o “AMOR”, por esta Pátria tão ultrajada pelas classes políticas.
Chegam de mordaças na imprensa e no judiciário, os jovens alertaram de todas as idades, de gerações passadas, atuais e futuras, famílias foi para as ruas num uníssono grito na garganta, carregando faixas e cartazes, dando o seu recado direto e objetivamente direcionado àqueles que viraram as costas para o seu povo e que os exploram por 500 anos, vamos mudar seus comportamentos, porque o Brasil do futuro amadureceu e soam pelos ares o grito da liberdade, “vem pra rua vem!”, vamos lutar por um País melhor e ações políticas mais honestas numa democracia de governo do povo para o povo e não para uma minoria privilegiada, porque foi demonstraram que as ideologias das agremiações políticas no Brasil, faliram.
Todo movimento social tem as suas mazelas e os aproveitadores, arruaceiros e bandidos, aproveitam o momento para agir com quebradeiras do patrimônio público e privado, além de promoverem saques. Estes vivem á margem da lei e precisam ser severamente punidos, não são brasileiros de boa fé, piores até daqueles que nos governam e fazem as nossas leis e que se valem dos cargos públicos que ocupam, para lesar as instituições com improbidade administrativa em seus benefícios ou de grupos políticos e econômicos.
O Brasil tão sonhado do futuro chegou, acreditem, solidificamos a nossa democracia, o povo se instruiu, sabe pensar, sentir e agir, não aceita mais os absurdos acometidos desde que nos tornamos uma colônia e fomos sempre explorados. O jovem do outono de 1013 quer mudanças no comportamento ético e moral de nossos representantes no executivo, legislativo e até no judiciário.
EM TEMPO:
Sonhamos e exigimos uma sociedade brasileira melhor e mais proativa aos anseios dos nossos cidadãos, com ações de respeito e mais credibilidade e zelo pelo patrimônio humano e econômico do nosso país e valorizar a nossa gente, nossa cultura, hábitos e costumes e garantir para as nossas crianças, jovens, adultos e idosos, uma garantia dos investimos nos serviços prestados na saúde, segurança pública, educação com qualidade, gerações de emprego, leis mais justas e eficazes para combater as corrupções, maior assistência aos idosos, economia fortalecida no desenvolvimento e progresso desta nação brasileira e que nossos representantes sejam honestos, pelo menos.


sábado, 22 de junho de 2013

Um estado democrático proporciona uma imprensa livre e o direito de qualquer cidadão expor suas ideias.


O direito a informação ao cidadão via meios de comunicação social, imprensa, rádio, televisão e internet, não podem ser censurados pela violência de quaisquer forças políticas, jurídicas ou públicas, muito menos econômicas e religiosas, o livre acesso na busca de informações diante dos fatos e meios lícitos do exercício pleno da profissão jornalística.
O livre direito de manifesto de opiniões nos editoriais, artigos e reportagens, condição primordial do exercício profissional sem que haja constrangimento dos poderes constituídos e daqueles que exercem funções públicas, bem como que as empresas e seus proprietários juntamente com seus empregados não sofram nenhuma represália física, emocional e financeira, nem depredação dos seus bens materiais como forma de impedimento para o exercício da função jornalística, ou seja, que neste país ou em qualquer outro.
Uma imprensa livre numa nação democrática expõe dos fatos com clareza e com nitidez e os anseios da população de saber o que ocorre no poder constituído e um estado de direito que não pode ser coibido. Os eleitos aos cargos do poder executivo e legislativo são a priori servidores públicos e devem respeito a toda uma população de eleitores que os elegeram e como princípio ético e moral, devem dar satisfação dos seus atos, projetos e metas que os levaram a galgar tais posições diante de suas ideologias e convicções de suas agremiações políticas.
A imprensa torna-se também, instituição pública, guardiã das ações desempenhadas por aqueles que ocupam cargos públicos nas mais diversas instituições da sociedade, seja política, militar, saúde, comercial, industrial, religiosas e educacionais, por exemplo. A imprensa tem o direito de informar e formar o cidadão dos fatos diários com liberdade.
Por isso a categoria de jornalista possui o seu código de ética profissional e cabe a cada um deles respeitá-lo, portanto, o seu exercício pleno na busca das fontes de informações, seja posteriormente registrar via fotos, imagens e textos, suas opiniões com nitidez e livre arbítrio do pleno exercício da sua profissão, sem recriminação ou intimidação.
EM TEMPO:
O direito de informar e ter acesso à informação e registros dos fatos diários, fazem dos meios de comunicação, democraticamente, guardiãs do estado de direito de cada cidadão em acompanhar os noticiários e a situação do país, do seu estado, do município e do mundo do qual está inserido e também de ter a liberdade de expor as suas ideias.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

As autoridades governamentais colocaram nas polícias toda a responsabilidade para solucionar o caos nas ruas.

Os conflitos fazem parte da convulsão social, onde a sociedade no Brasil não tem governo e as autoridades se escondem como ratos nos ralos dos palácios covardemente adotam o silêncio e os partidos políticos caíram no descrédito dos cidadãos em todo país. Os políticos brasileiros sempre se acharam imunes diante dos seus atos, sempre acima das leis e da população.
A polícia tem o papel de exercer o princípio constitucional de zelar pela segurança do cidadão e dos prédios públicos e manter a ordem social, entretanto jogar sob a sua responsabilidade toda solução dos problemas que os caos advindos da corrupção instalada pelas instituições políticas governamentais e os devaneios das ações advindas do oportunismo dos nossos legisladores, permeando o vazio de autoridades a níveis federal, estadual e municipal.
Neste contexto, está mais que salutar quem nos governa assumir para si a responsabilidade de assumir os seus erros e assumir uma agenda positiva para coibir os desmandos e dizer para os eleitores por vieram e o que pretende fazer para que a democracia seja fielmente do povo para povo em benefício do povo e não de meia dúzia de privilegiados nos conchavos partidários e de interesses particulares, de grupos econômicos locais e internacionais.
As vozes das ruas alertam os governantes que “o povo acordou” e que “protestar é um direito democrático”, contra a corrupção, impostos altos e sem retorno na educação, saúde, saneamento básico e segurança, investimentos estrondosos para reconstruções dos estádios de futebol para as copas das federações e do mundo de 2014, o calarmos a boca do poder judiciário com a tentativa da aprovação da PEC 37, onde os “mensageiros” ainda estão legislando, diante de tanta angustia e revolta popular, em mais de 100 cidades brasileiras, um milhão de duzentas mil vozes precisam ser ouvidas.
Reprimir por parte das polícias os vândalos, bandidos e arruaceiros é de suma importância para garantir o patrimônio público, histórico e particular, além das garantias constitucionais do cidadão comum de poder ir e vir.
EM TEMPO:
Enfim, os governantes apostaram no “pão” e “circo”, criando na população menos favorecida, a distribuição de “bolsa família” e construções de “estádios padrão FIFA de futebol”, onde a maioria da população não terá acesso aos jogos pelos valores exorbitantes dos seus ingressos.

A classe média brasileira via meios sociais, conclamou toda a sociedade brasileira para manifestar-se publicamente nas ruas as suas indignações pelos desmandos e que as suas necessidades não estão sendo saciadas nos seus direitos como cidadãos que pagam impostos e estes não são adequadamente aplicados a seu favor.

A leitura dos manifestos das ruas pelo país leva para um novo pensar, sentir e agir dos três poderes constituídos para uma realidade inovadora de suas gestões.

A partir de uma reação de solidariedade uníssona em todo país diante das manifestações da população do Estado de São Paulo por reivindicar que as tarifas dos transportes urbanos, metrôs e trens fossem diminuídos, centrada especificamente na redução de R$ 0,20, bandeira levantada pelo movimento do passe livre, quando foram recebidos com violência pela força policial contra estudantes e jornalistas, a indignação acordou o Brasil via redes sociais para a maior manifestação cívica e o ressurgimento de outras bandeiras, tais como, mais verbas para a educação, saúde, segurança pública, repugnância diante da elevada corrupção nos três poderes constituídos no país, resistência na aprovação possível da PEC 37, os descasos com as necessidades da população que paga elevados impostos e não possuem o retorno devido.
O exemplo emergiu da juventude da classe média, rotula de alienada num país democrático, que na manifestação do outono da confederação da copa do superfaturamento nas construções dos estádios de futebol, imposto pela FIFA, cujo preço dos ingressos está aquém do poder aquisitivo da maioria da população, concomitantemente como crescimento do custo de vida e o deboche da comissão dos direitos humanos da Câmara dos Deputados, fomentaram a indignação de toda uma nação para o grito do basta, foram para as ruas com cartazes levantarem várias bandeiras da insatisfação que permeia o inconsciente coletivo dos brasileiros, clamando das autoridades e legisladores constituídos, por mais dignidade e probidade pela gestão pública e respeito aos cidadãos brasileiros.
A bandeira ideológica da nossa juventude é a honestidade, por isso rechaçaram a presença de bandeiras de partidos políticos nas passeatas, pois tais agremiações não defendem os interesses da nação brasileira e abandonaram os eleitores e seus representantes governam e legislam em benefícios próprios de uma forma corporativista.
EM TEMPO:

Os jovens deram uma grande lição e sacudida pelas ruas de nossas cidades, exceto aqueles que se utilizam do oportunismo da rebeldia diante do vandalismo, tumulto ocasionado, saques e depredação realizada em algumas cidades, atos condenáveis e que não reflete aos objetivos dos manifestos que uniram todos os patriotas brasileiros pela luta de um país sério, ordeiro, justo e que promova o acesso de todos para uma qualidade nas áreas da educação, saúde, segurança pública, justiça e combate ao desemprego, combate a corrupção entre outros motivos, vivemos numa nação cuja população é pacífica e ordeira.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

A gestão democrática nas escolas públicas requer compromissos de todos os segmentos envolvidos, professores, pais, alunos, funcionários e da comunidade local.

O comprometimento é de todos os segmentos que se compõe a instituição escolar, bem como a própria comunidade na qual a escola se encontra, em relação à escolha democrática da gestão administrativa e pedagógica.
É a oportunidade cívica do exercício democrática da escolha da própria liderança da escola para que ela seja bem gerida com responsabilidade, por um determinado período e que busque satisfazer os asseios dos pais e alunos, com a capacidade administrativa e pedagógica dos seus pares, professores e funcionários para prover uma gestão de qualidade e que possam unir a todos em um único objetivo.
Conciliar interesses de toda uma comunidade escolar requer habilidades que possam interagir todos os seguimentos, por isso a escola deve criar os conselho deliberativo, tendo a participação de pais, alunos, professores e funcionários para que em parceria possa junto administrar com a direção da instituição escolar, eleita democraticamente pelos segmentos constituídos na execução das ações discutidas no projeto político pedagógico para que as metas possam ser alcançadas e revisadas periodicamente.
A escola pública precisa voltar-se para a realidade da localidade na qual ela encontra-se inserida, neste particular com a liderança dos seus gestores, possam ir ao encontro do desenvolvimento da comunidade, por isso na discussão da elaboração do Projeto Político Pedagógico os anseios e interesses de todos devem ser discutidos por todos, porque cada escola está inserida num contexto social diferenciado uma das outras regiões.
No pensar de uma escola pública de qualidade, requer que os sentimentos estejam voltados na cumplicidade dos alunos em querer estudar e aprender o que os professores ensinam e dos professores em proporcionar métodos e técnicas de ensino pedagógico que venham satisfazer os anseios dos seus alunos, por intermédios dos projetos elaborados com a integração multidisciplinar, todos devem estar engajados e serem cúmplices no bem-estar do desenvolvimento da gestão administrativa e pedagógica da escola para que os objetivos fins possam ser realizados.
EM TEMPO:

Num processo democrático da escolha dos diretores da escola, muitas vezes internamente pode dividir toda a comunidade escolar e os interesses particulares e de grupos, venham prejudicar a direção escolhida, portanto, não podemos deixar que os vícios da politicagem que impera fora dos muros da escola, venham dar exemplos negativos aos alunos na sua formação cidadão, pois é na gestão democrática que se tem a oportunidade do fortalecimento e unidade da comunidade escolar voltada para a qualidade de uma educação eficaz e eficiente.